Programa

DISSERTAÇÃO



          Corpo Docente



          Disciplinas



          Pesquisa & Produção



          Revista Risco

          Revista G&T Projetos

          Informações Acadêmicas
          Contatos
Página Inicial           
 
Melhor visualizado em 1024x768 px
Luiz Arnaldo de Souza Magnavita

COHAB-SP/Capital 1965/1990: Processos Construtivos- Análise de uma questão sem resposta: a habitação social.
167 pp. + anexos

Resumo: O objetivo básico da presente dissertação é estudar o movimento dos Processos Construtivos para Conjuntos Habitacionais de Interesse Social, dentro do Processo Histórico do período entre 1965-1990, na COHAB - Companhia de Habitação da Capital do Estado de São Paulo. As circunstancias econômicas, sociais, políticas, tecnológicas e culturais, são definidas pelo modelo monopolista, consolidado pela ditadura militar em 1964. A imposição ideológica, nascida do modelo, sintetizado no binômio "segurança e desenvolvimento", se sentirá em todos os determinismos antes mencionados, e será o regulador das relações Estado-Sociedade, até o seu esgotamento, em 1985. No novo cenário, a partir daí, muda só o discurso ideológico, pois as condições de monopolismo concentrador de renda se agravaram, e se intensificaram, com a transferência da crise dos países de centro para os de periferia, desde 1973. A metodologia se baseia no método histórico da tripla relação: demográfico, econômico, social. A bibliografia assinalada objetivou preencher estes parâmetros, assim como as pesquisas de campo e/ou entrevistas com técnicos e responsáveis dos processos. O alcance da dissertação está a nível das explicações, sobre os elementos conexos, que permitiram as modificações e/ou oscilações, nos Sistemas Construtivos e nos Processos de Trabalho. No entanto, estes enlaces se estabelecem com os Processos Produtivos. Neste ponto de inflexão, surge o BNH - Banco Nacional da Habitação, como executor das políticas macroeconômicas, na área habitacional e relacionadas com outras áreas produtivas. Acima de tudo isto, o Modo de Produção Capitalista, que é determinante nas relações globais - tanto horizontais, quanto verticais do sistema.

Banca examinadora:
Prof.ª Dr.ª Maria Angela P. C. Silva Bortolucci (Orientador)
Prof. Dr. Jeferson B. Libardi Libório (EESC/USP)
Prof. Dr. Fábio Moura Penteado (FAU/USP)

Data de defesa:11/04/1994



Prof.ª Dr.ª Maria Angela P. C. Silva Bortolucci
Outras orientações concluídas:
Vladimir Benincasa
Velhas fazendas: arquitetura e cotidiano nos Campos de Araraquara 1830-1930

Maria Teresa Martha de Pinho Meca
um estudo de aproveitamento para um sistema de áreas verdes

Erika Carvalho Dias Porto
Representação do projeto arquitetônico: da representação tradicional (manual) a informatizada (tridimensional - modelamento geométrico)

Luciana Pelaes Mascaro
Arquitetura e modo de vida no assentamento rural Bela Vista Chibarro

Ana Paula Farah
A produção do engenheiro-arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo na província de São Paulo

Heverson Akira Tamashiro
Desenho técnico arquitetônico: constatação do atual ensino nas escolas brasileiras de arquitetura e urbanismo

Artemis Rodrigues Fontana Ferraz
Marcas do moderno na arquitetura de Bauru

Maria Lucia Chagas Valle Soubihe
Ribeirão Preto - Restauração do Patrimônio do centro

Luiz Arnaldo de Souza Magnavita
COHAB-SP/Capital 1965/1990: Processos Construtivos- Análise de uma questão sem resposta: a habitação social.

Ana Aparecida Barbosa
Uma fresta na neblina : estudo da possibilidade de restauro urbano do Serro

Marcus Vinicius Dantas de Queiroz
Quem te vê não te conhece mais: arquitetura e cidade de Campina Grande em transfromação (1930-1950)

Valéria Eugênia Garcia
As Tramas e o Poder: Jabotical 1895-1936 praça, igreja e uma outra história

Joana D’Arc de Oliveira
Olhares Invisíveis: Arquitetura e Poder na Fazenda São Roberto

Cícero Ferraz Cruz
Fazendas do Sul de Minas, arquitetura rural nos séculos XVIII e XIX

Mateus Rosada
Sob o signo da cruz: Igreja, Estado e secularização (Campinas e Limeira 1174-1939)

Camila Corsi Ferreira
Arquitetura Residencial Urbana: Espírito Santo do Pinhal, 1880-1930