Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos

3ª Escola de Pesquisadores da USP

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Nos dias 12 e 13 de junho, no auditório da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), será realizada a 3ª Escola de Pesquisadores da USP, cujo objetivo é desenvolver, aprimorar e consolidar as habilidades necessárias à vida científica de pesquisadores em pesquisa básica e/ou aplicada.

A Escola tem como público-alvo pesquisadores de todas as áreas do conhecimento, sendo dedicada a alunos de pós-graduação, pós-doutorandos, técnicas de nível superior e professores pesquisadores.

A taxa de inscrição para a escola é de R$40,00 e os interessados podem se inscrever no site oficial do evento.

Para mais informações sobre a Escola e sua programação, acesse http://escoladepesquisadores.sc.usp.br/3/

Café com Pesquisa: programação 2019

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O Café com Pesquisa é um evento voltado à apresentação de trabalhos desenvolvidos por pesquisadores vinculados ao Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU/USP). 

Clique aqui para acessar a programação anual do Café com Pesquisa.

Revista Risco amplia prazo para envio de artigos

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A Revista Risco, editada pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU/USP), abriu chamada para o envio de artigos para o número especial Internacional situacionista- o protagonismo das ruas, que será lançada em dezembro de 2019.

Os colaboradores e interessados em enviar artigos, deverão fazê-lo para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até o dia 31 de julho de 2019.

Para mais informações sobre o título da edição especial, clique aqui.

A sétima arte a serviço da arquitetura

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Ninguém sabe contar tão bem uma história como produtores de cinema. Desde 2014, pesquisadores do Laboratório de Estudos do Ambiente Urbano Contemporâneo do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (LEUAC- IAU/USP) "tiram proveito" desse fato para divulgar e, sobretudo, debater questões relacionadas à arquitetura e ao urbanismo.

Idealizado pelo docente do IAU, Manoel Rodrigues Alves, o projeto "Urbanicidades" realiza mostra de filmes, seguida por debates com uma dupla de convidados. O projeto conta com um Grupo de Trabalho (GT)* para fazer a curadoria do evento, que fica responsável pela escolha dos filmes e dos debatedores que farão parte do ciclo. "A ideia do projeto é aproximar a população geral às discussões de produção da cidade. Portanto, os filmes e discussões não são apenas acadêmicos. A própria linguagem audiovisual é de mais fácil entendimento, e acreditamos que, através dela, podemos trazer mais pessoas para refletir a respeito da produção das cidades", afirma Bárbara Pozza Scudeller, pós-graduanda do IAU e membro do GT.

Para a escolha dos filmes, os participantes do GT, além de sua bagagem cultural, têm como base as discussões feitas no próprio LEUAC, no qual produção das cidades é um tema rotineiro. "A escolha dos filmes vem de alguns coletivos que acompanhamos, como o left hand rotation, um coletivo que faz uma produção de documentários críticos e políticos. Então, seguimos essa produção, por exemplo", explica Maria Beatriz Andreoti, doutoranda do IAU e membro do GT. "Ficamos também atentas aos lançamentos cinematográficos que abordam temáticas da arquitetura e urbanismo. Os participantes do próprio GT costumam já trazer bastantes sugestões".

Embora seja voltado ao público geral, e não somente ao acadêmico, tornar o Urbanicidades convidativo a um público que não tem o costume de frequentar a universidade é um dos desafios do projeto e, para isso, os membros têm uma estratégia: escolher filmes que tenham ligação com o cotidiano das pessoas. "A escolha dos filmes também leva em consideração questões que estão em debate atualmente como, por exemplo, questão de gênero, habitação social, desocupações", elucida Polyana Bevenuto Lucas, membro do GT. "No ano passado, abordamos o Rio de Janeiro e as olimpíadas. Sempre tentamos trazer filmes que debatam questões do momento mesmo, afinal, o momento atual realmente pede discussões, e a universidade não pode estar alheia a isso", completa Maria Beatriz.

Tão importante quanto a seleção dos filmes é a seleção dos debatedores, que também é feita com muita cautela pelos membros do Urbanicidades. Os convidados são da área de arquitetura, normalmente docentes e pesquisadores. "Tentamos sempre escolher um convidado do IAU e outro de fora do Instituto. Já tivemos convidados da FAU**, da Unicamp, da UFSCar etc. Além do debate, existe essa troca acadêmica, que também é muito interessante e enriquece o projeto", finaliza Maria Beatriz.

O 5º ciclo do Urbanicidades terá início no dia 9 de maio, com o filme "Fascínio".

Para acessar o cartaz com a programação completa, clique aqui.

Para mais informações sobre o Urbanicidades e/ou o LEUAC, clique aqui.

* Atualmente, fazem parte do Urbanicidades os estudantes: Milena Sartori, Maria Beatriz Andreoti, Barbara Guazzelli, Bárbara Pozza Scudeller, Polyana Bevenuto Lucas

** Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP)

Cine Nomads inicia novo ciclo de exibições

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Desde 2007, integrantes do Grupo de Estudos de Habitares Interativos do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (Nomads-IAU/USP) realizam mini "sessões de cinema" em suas dependências. No começo, a ideia era juntar um pequeno grupo de pessoas para assistir a filmes e, na sequência, debater questões relacionadas ao enredo.

Com o passar dos anos, o número de espectadores cresceu, e as mini sessões de cinema, batizadas de "Cine Nomads", foram abertas ao público externo. "Passamos a fazer projeções na parte externa do Nomads, o que começou a atrair mais gente", relembra Marcelo Tramontano, docente do IAU, e um dos responsáveis pela iniciativa. "Em 2016, abrimos ao público externo, e foi ótimo, pois os debates tinham a participação de pessoas com diversos perfis".

A partir de então, os organizadores do Cine Nomads focaram as exibições em documentários, escolhendo temas não necessariamente relacionados à arquitetura, mas que incitassem reflexões, especialmente de cunho social. "Queremos despertar nos participantes o interesse por documentários", afirma Tramontano.

Seguindo essa nova filosofia do Cine Nomads, a próxima sessão, agendada para o dia 30 de abril, às 19 horas, no auditório do IAU "Paulo de Camargo e Almeida", trará a exibição do filme "Água prateada", que fala sobre a crueldade vivida pela população síria desde o início de sua guerra civil.

O Cine Nomads é aberto ao público, e a entrada é gratuita, não sendo necessária inscrição prévia para participação.

Para mais informações, acesse https://www.facebook.com/CineNomads/

Exposição Território, Edifício, Museu: Trajetórias do Museu Paulista e seu Edifício-Monumento

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Popularmente conhecido como Museu do Ipiranga, mostra aborda sua presença na paisagem urbana paulistana e os usos que o transformaram em um dos museus mais visitados de São Paulo

No próximo dia 21 de maio, o Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU/USP) e o Museu Paulista da USP inauguram a exposição "Território, Edifício, Museu: Trajetórias do Museu Paulista e seu Edifício-Monumento, no momento". O Museu vem se preparando para as comemorações do bicentenário da Independência do Brasil, promovendo um completo processo de restauro e modernização de sua sede.

A exposição apresenta a trajetória do Edifício-Monumento em 15 painéis, contando a história do Museu do Ipiranga, e apresentando o projeto para seu restauro e ampliação.

Atualmente fechado para obras de restauro e modernização, o prédio foi inaugurado em 1895 como um marco representativo da Independência. Ainda durante sua construção, o então chamado Monumento do Ypiranga foi destinado a abrigar o Museu do Estado, que em 1893 passou a chamar-se Museu Paulista. No ano de 1963 é integrado à Universidade de São Paulo, tendo como nome oficial Museu Paulista da USP. Ao longo do século XX o local fica conhecido por Museu do Ipiranga, nome registrado no imaginário nacional e em centenas de produções até os dias de hoje.

Apesar de fechado à visitação pública, o Museu do Ipiranga pode ser visitado externamente no Parque Independência, aberto diariamente, das 5h às 20h. O local possui um conjunto urbanístico formado, além do Edifício-Monumento, por jardins, fontes (atualmente desativada), uma ampla área de horto e pelo Monumento à Independência.

Serviço

Mesa de Abertura com Solange Ferraz (diretora do Museu Paulista da USP) e arquiteto Pablo Hereñú (H+F arquitetos)

21 de maio, às 17h, Auditório do IAU/USP "Paulo de Camargo e Almeida"

Período da exposição: 22 de maio a 28 de junho, segunda a sexta, das 9h às 18h

Local: Instituto de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, Área 1, Campus de São Carlos

Endereço: Av. Trabalhador Sãocarlense, 400 13566-590 São Carlos SP

Realização: Museu Paulista da USP e CCEx-IAU/USP

Texto retirado de http://www.mp.usp.br/chamadas/exposicao-territorio-edificio-museu-trajetorias-do-museu-paulista-e-seu-edificio-monumento

Imagem: Museu Paulista (créditos: USP Imagens)

Exposição "Technopolitics Timeline"

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O Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU/USP) reapresenta a / entre os dias 22 de maio e 28 de junho. A Timeline foi exibida anteriormente em Viena (2015 e 2016), Berlim e Hong Kong (2017) e no XXII Congresso da Sociedade Iberoamericana de Gráfica Digital, em São Carlos (2018).

Seu aspecto visual mais proeminente é uma Linha do Tempo, uma impressão de 20 x 1,5 metros, que traça a Sociedade da Informação a partir do ano 1900 até hoje e contém cerca de 500 entradas de eventos que contribuíram para o surgimento e transformação de nossa era. Essas entradas são organizadas em seis categorias horizontais e 12 tags verticais.

Uma camada contextual adicional é fornecida por três visualizações de rede das entradas da Linha do Tempo identificadas na Wikipédia multilíngue, as quais geram uma visão crowdsourcing sobre seus relacionamentos semânticos.

O desenvolvimento da Technopolitics Timeline, coordenada pelo coletivo Technopolitics Working Group sediado em Viena, ocorreu, desde o início, como um processo colaborativo para permitir que diferentes perspectivas coexistam dentro de uma estrutura unificada, mas aberta. Seu princípio de organização relativamente simples e sua estrutura modular permitem edições múltiplas e paralelas e reúnem diferentes perspectivas, que fazem reivindicações conflitantes de relevância para o desenvolvimento global da Sociedade da Informação. Um importante objetivo é investigar processos históricos de larga escala estruturados por paradigmas técnico-econômicos de um ponto de vista crítico e exploratório.

Em 2015, o grupo iniciou este projeto de pesquisa artística e apresentou a primeira versão na mostra coletiva Social Glitch, em Viena (com curadoria de Sylvia Eckermann, Gerald Nestler e Maximilian Thoman, Kunstraum Niederoesterreich). A Timeline v2.0 foi desenvolvida para uma exposição individual no MAK/Museum for Applied Arts, em Viena, em junho de 2016.

Em cooperação com o Transmediale, festival de arte da mídia, Technopolitics montou o Curated Knowledge Space na nGbK, Berlim, e organizou um dos principais painéis da conferência Transmediale na Haus der Kulturen der Welt (janeiro-fevereiro de 2017). Ainda em junho de 2017, Technopolitics apresentou o projeto Timeline no Connecting Spaces, em Hong Kong. A versão 4.0 foi exibida no XXII SIGraDi, em São Carlos, associada a um workshop de edição de entradas de informação, que resultará na versão 5.0 da Timeline.

Technopolitics Working Group (http://www.technopolitics.info/) é uma plataforma independente e transdisciplinar de artistas, jornalistas, pesquisadores, designers e desenvolvedores. Em 2009, Armin Medosch e Brian Holmes o criaram como um grupo de discussão on-line e desde 2011 formou-se um círculo, principalmente em Viena, que se reúne regularmente para palestras e discussões e produz conferências interdisciplinares, projetos de arte e pesquisa.

O grupo realizou mais de 20 encontros, nos quais artistas e pesquisadores apresentam e discutem seus projetos atuais. Desde 2014, as reuniões foram complementadas com um formato mais público, os Salões Tecnopolíticos, em locais de Viena e internacionalmente.

Serviço

Período da exposição: 22 de maio a 28 de junho, segunda a sexta, das 9h às 18h

Local: Instituto de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, Área 1, Campus de São Carlos

Mesa-redonda com os professores Anja Pratschke, David Sperling e Ruy Sardinha Lopes (IAU-USP) e Moacir Pontes (ICMC-USP)

06 de junho, às 17h, Auditório do IAU/USP "Paulo de Camargo e Almeida"

Endereço: Av. Trabalhador Sãocarlense, 400 13566-590 São Carlos SP

Realização: CCEx-IAU/USP e Technopolitics Working Group

Texto retirado de http://www.sigradi2018.iau.usp.br/index.php/technopolitics-timeline/

Imagem: Fotos da exposição realizada em Hong Kong (créditos: http://www.technopolitics.info/)

Palestra para apresentação da proposta vencedora do projeto do Bloco Didático do IAU

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No próximo dia 19 de junho, às 14 horas, no Atelier 3 do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU/USP), será realizada a apresentação da proposta vencedora da licitação de técnica e preço para o Bloco Didático do IAU (ateliers e biblioteca), elaborada pelo escritório de arquitetura Base Urbana.

Para a licitação, 14 empresas se inscreveram, e uma comissão designada pela diretoria do IAU, composta pelos docentes do IAU, Joubert José Lancha, Manoel Rodrigues Alves, Simone Helena Tanoue Vizioli, e pelo Arquiteto da Divisão do Espaço Físico da Prefeitura do campus, Eduardo Araújo Silva, selecionaram quatro projetos para a segunda fase. "A licitação teve três fases: a primeira foi a técnica, avaliada por essa comissão. A segunda fase referiu-se ao preço, e a terceira à documentação. Essas duas últimas fases foram avaliadas por mim e pelos funcionários do IAU, Carlos Eduardo Malachias, Françoes José Gila, e pelo funcionário do Instituto de Química de São Carlos [IQSC/USP], Marcos Antonio Sabino", explica Joubert.

De acordo com o docente, esse tipo de licitação, por técnica e preço, não é costumeiro na USP, mas essa foi uma exigência do IAU, justamente para destacar e valorizar a parte técnica do projeto.

Na palestra do dia 19, as arquitetas, Caterine Otondo e Marina Mange Grinover, autoras do projeto vencedor, falarão detalhadamente sobre o mesmo à toda comunidade, dando início ao desenvolvimento do projeto.

Finalmente, os três primeiros projetos vencedores serão expostos no hall de entrada do IAU durante a semana do dia 19, trazendo ainda mais transparência ao processo licitatório em questão.

Para acessar o cartaz da palestra, clique aqui.