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11a. Bienal de Arquitetura de SP

NEC na Biblioteca da 11a. Bienal de Arquitetura de SP

Neste sábado, dia 04 de novembro, ocorreu a abertura da Biblioteca da Bienal de Arquitetura de São Paulo. Dentre os livros expostos, dois foram realizados no âmbito do NEC e um com participação de pesquisadores do grupo: GRU-111: contracartografias, Zonas Liminares e MCMV.  Estes livros enfocam criticamente, por meio de trabalhos gráficos, ensaios fotográficos e textos, a produção de espacialidades arquitetônicas e urbanas e suas articulações com fenômenos econômicos e sociais: um terminal aeroportuário construído com uso de trabalho análogo ao escravo, condomínios fechados regidos por certas lógicas discursivas e espaciais, e um conjunto habitacional Minha Casa Minha Vida e a construção e apropriação cotidiana de seus espaços.

 

Biblioteca Mario de Andrade,
de 04 de novembro a 15 de dezembro de 2017

“A Biblioteca, assumindo seu formato mais evidente, configura-se como uma grande coleção de livros. Aqui, apresenta-se como uma forma de raciocinar sobre os possíveis formatos de arquivo e encontra na Bienal um outro propósito: receptáculo desenhado para receber coleções de arquiteturas, leituras, registros, propostas e experiências.
A Biblioteca da Bienal nasceu como um segmento deste grande arquivo em construção – uma compilação de livros e publicações que se somam ao repertório da Bienal. Valorizamos o livro enquanto objeto tangível, sobretudo por sua capacidade de documentar processos sem restringi-los ou simplificá-los em um único registro.
O acervo apresentado disponibiliza materiais, conteúdos e debates para um público amplo e contribui para a construção de conhecimento sobre as diferentes formas de observar, mapear, representar, editar, construir e fazer a cidade. Os trabalhos apresentados abordam a diversidade do fazer arquitetônico, atravessando pluralidades culturais, versatilidades técnicas, multiplicidade de materiais e recursos, e ainda, possibilidades de usos.
Provenientes de mapeamentos realizados pelo Núcleo de Conteúdo da 11ª Bienal e das chamadas abertas, estes trabalhos são fruto de diversas mãos, capazes de não apenas retratar inovações no campo, mas de abrir espaço para outras vozes, perspectivas e saberes. A Biblioteca reúne uma variedade de conteúdos e formatos que permeiam os eixos de pesquisa, também presentes em exposições desta edição da Bienal de Arquitetura: Imaginário da Cidade e Utilidade Pública.
Disposta em suportes para livros e outras coleções, a Biblioteca possibilita ao visitante explorar materiais que vão do contexto acadêmico ao empírico, elucidando várias perspectivas. A Biblioteca é um espaço para ser vivido. Um convite à leitura e ao encontro com outras narrativas.” (fonte: https://www.facebook.com/events/1747130615593050/